Ao se propor o ser humano como um complexo macromicro vibratório que, sendo a parte e o todo, “é, pertence e habita os cosmos, no qual a vibração é a própria experiência do sentir” (Ramos, 2001); e que interage com o meio através da ressonância e do princípio da interação, faz-se inevitável migrar da base pulsional, proposta por Freud, para uma base vibracional, proposta pela ciência do Sentir.

 

Ao realizar tal migração, o que foi denominado como pulsão de vida e de morte, passa a ser compreendido como uma qualidade vibratória que tenderia à construção ou destruição.

 

Esta migração está fundamentada em paradigmas mais atuais do saber, alcançados pela humanidade desde o último século, como por exemplo: a concepção quântica - a indeterminação imposta ao ser humano na sua relação com a natureza; e a concepção relativística - a inserção humana no contínuo espaço-tempo.

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Toda esta expansão aponta para uma visão do ser humano mais humanizado,ou seja, mais no nível da experiência dos sentimentos e, neste contexto, se insere a concepção de kohut,

que introduz o “colorido” da visão humanista na psicanálise.

 

Este departamento pretende estar aberto a pesquisa e ao estudo deste campo de saber, além de uma inserção de ação social e comunitária, pois, de acordo com modernos paradigmas, “só faz sentido aquilo que interage!”

 

e-mail: bbreves@uninet.com.br

site pessoal: www.bbreves.cpecs.org

 

 

 

Macromicro, Psicanálise e Paradigmas Atuais/RJ

Coordenação Beatriz Breves

 

 

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